New survey exposes latest trends in cloud and SaaS ‘tipping point’

New survey exposes latest trends in cloud and SaaS ‘tipping point’. (Reeblog)

Gary Hamel: Reinventing the Technology of Human Accomplishment

António Murta no TEDxYouth@Braga

Reblog: Seis Segredos para Criar uma Cultura de Inovação

O blog da Harvard Business Review publicou artigo sobre uma pesquisa realizada pela IBM que recentemente entrevistou 1500 executivos em 60 países. A pesquisa apontou que os executivos elegeram a criatividade como sendo a competência de liderança mais importante atualmente.

De acordo com a pesquisa, 80% dos CEOs disseram que o ambiente de negócios está crescendo em complexidade de forma assustadora, o que exige, literalmente, novas formas de pensar e agir (veja mais sobre isso aqui). Menos de 50% disseram acreditar que suas organizações estejam equipadas para lidar efetivamente com esta complexidade crescente. Uma das razões para essa falta de preparo é a escassez de líderes criativos e a ausência de uma infra-estrutura organizacional que facilite o surgimento desses líderes (Veja mais sobre isso aqui).

O problema é que, como já abordei em vários posts, a mudança dificilmente vem de cima. A alta administração dificilmente lidera movimentos de transformação necessários para promover a cultura da criatividade e inovação, sendo que, algumas vezes, chegam até a sabotar (Veja mais sobre isso aqui).

Assim como na gestão de pessoas, há uma distância muito grande entre o discurso e a prática. Eu acrescentaria que uma das razões, de porquê a inovação tem dificuldades para surgir nas empresas, é a mentalidade ainda muito mecanicista presente na alta administração das empresas. Acham que a inovação pode surgir a qualquer momento sem que se crie um ambiente adequado não só referente a cultura organizacional, mas também um ambiente físico próprio para o estímulo a inovação.

Voltando ao artigo da Harvard, ele apresenta seis movimentos fundamentais que as empresas devem adotar para criar uma cultura de inovação:

1 – Atender as necessidades das pessoas: Reconhecer que questionar a ortodoxia e as convenções – a chave para a criatividade – começa com questionar as formas como as pessoas tem expectativas sobre o trabalho. Como suas necessidades principais – fisicas, emocionais, mentais e espirituais – podem ser atendidas no ambiente de trabalho? Quanto mais as pessoas estão ocupadas com as necessidades não satisfeitas, menor a energia e o empenho que eles trazem para o seu trabalho. Comece perguntando aos seus funcionários, um de cada vez, o que eles precisam para executar o seu melhor. Em seguida, defina o que é sucesso para as pessoas e mantenha-as informadas sobre as metas, mas, tanto quanto possível, deixe-as conceber seus próprios dias como acharem melhor para alcançar esses resultados. Mais do que nunca, é preciso colocar as pessoas no centro da gestão (Veja mais sobre isso aqui);

2 – Exercitar criatividade sistematicamente: Não é mágica e pode ser desenvolvida. Há cinco fases bem definidas e aceitas do pensamento criativo: uma visão em primeiro lugar, a saturação, a incubação, iluminação e a verificação. Nem sempre elas se desdobram de forma previsível, mas elas nos fornecem um roteiro para mapear todo o cérebro, indo e voltando entre pensamento analitico, raciocínio dedutivo do hemisfério esquerdo, e mais os padrões de busca, do grande retrato e o pensamento do hemisfério direito. Aqui segue a dica do livro do Daniel H. Pink: “O Cérebro do Futuro – A Revolução do Lado Direito do Cérebro” (leia resumo aqui);

3 – Cultive a paixão: A maneira mais rápida de matar a criatividade é colocar as pessoas em funções que não excitam a imaginação. Crianças que são encorajadas a seguir sua paixão desenvolvem uma melhor disciplina, um conhecimento mais profundo e são mais perseverantes e mais resistentes frente às contrariedades. Procure, mesmo em formas pequenas, dar aos seus funcionários, em todos os níveis, a oportunidade e o estímulo para seguir seus interesses e expressar seus talentos únicos. Afinal de contas, como seres humanos, somo definidos pelas causas a que servimos e pelos problemas que lutamos para superar. É a paixão em solucionar problemas extraordinários que cria o potencial de realizações extraordinárias.;

4 – Tornar significativo o trabalho: Os seres-humanos são animais de significado (Veja mais sobre isso aqui). Dinheiro paga as contas, mas é uma fonte limitada de significado. Sentimo-nos melhor sobre nós mesmos quando estamos fazendo uma contribuição positiva para algo além de nós mesmos. O que as pessoas querem é a oportunidade e as condições para criar um sonho. Para se sentir verdadeiramente motivado, nós temos que acreditar se o que estamos fazendo realmente importa. Quando os líderes podem definir uma missão, que transcende o interesse convincente de cada indivíduo de si mesmo, é uma fonte de combustível não só para maior desempenho, mas também para pensar mais criativamente sobre como superar os obstáculos e gerar novas soluções;

5 – Fornecer tempo: Criatividade não tem ponto eletrônico em que você tem expediente de trabalho entre as 8 horas da manhã e as 6 horas da tarde. O pensamento criativo requer tempo relativamente aberto, ininterrupto e livre de pressão para respostas imediatas e soluções instantâneas. O tempo é escasso, uma comodity sobrecarregada em organizações que vivem pela ética do “mais, maior e mais rápido”;

6 – Renovar-se: Os seres humanos não são preparados para operar continuamente da mesma forma que computadores. Estamos destinados a gastar energia para períodos de tempo relativamente curto – não mais que 90 minutos – e depois se recuperar. A terceira fase do processo criativo, incubação, ocorre quando passo de um problema que estamos tentando resolver e deixamos o nosso inconsciente trabalhar sobre ele. É eficaz quando realizamos uma caminhada, ou ouvimos música, ou silenciamos a mente através da meditação, ou mesmo ao dar um passeio. Movimentar-se – especialmente o exercício que aumenta a taxa de coração – é uma outra maneira poderosa para induzir o tipo de mudança na consciência para que os avanços criativos apareçam espontaneamente.

É bom deixar claro que todos nós somos criativos e que fazer surgir a criatividade é muitas vezes fruto de uma situação ou de uma necessidade. É como disse aquele velho ditado: “A necessidade é a mãe de todas as invenções”. Todos somos criativos, mas alguns de nós desenvolverão mais esse talento do que outros devido a questões educacionais, sociais e culturais que vão contribuir para o estímulo da criatividade ou para comportamentos menos criativos baseados em repetições de modelos previamente estabelecidos.

É importante exercitarmos o máximo possível a nossa criatividade assim como os esportistas desenvolvem os seus músculos para as atividades físicas. Afinal de contas, o cérebro é um músculo e também precisa de exercício, senão atrofia.

 

ReBlog de: http://www.superempreendedores.com/empreendedorismo/inovacao-empreendedorismo/gestao-2-0-seis-segredos-para-criar-uma-cultura-de-inovacao

 

Estará a escola a matar a criatividade?

Os tempos mudam e as vontades também. Numa altura em que mais do que o conhecimento adquirido é importante aprender a aprender e aprender a criar e a evoluir até que ponto os velhos paradigmas do ensino (e os que entretanto foram sendo introduzidos sem darmos por ela) fazem algum sentido para o futuro.

É isso que Ken Robinson discute neste vídeo. Vale a pena ver…

Amy Tan fala sobre creatividade

Muito interessante este talk do TED em que a escritora Amy Tan fala acerca do processo criativo, procurando pistas sobre como o seu próprio processo evoluiu.

 

Productivity Future Vision (2011) – Um dia viveremos num mundo assim….

 

OmniTouch: interação wearable e multitouch em todo o lado

Os computadores móveis oferecerem hoje acesso onipresente aos recursos de informação, criação e comunicação. É inegável que eles mudaram para sempre a maneira podemos trabalhar, jogar e interagir. No entanto, a questão da interação móvel está longe de estar resolvida. Botões e telas diminutivos marcam a experiência do utilizador quando ou impedem-nos de concretizar todo o seu potencial.

Neste vídeo Chris Harisson, um investigador ao serviço da Microsoft Research em Redmon mostra uma poderosa abordagem alternativa à interação móvel que usa um sistema de projeção/sensorização para capitalizar a enorme área de superfície do mundo real. Por exemplo, a área de superfície de uma mão excede a de um smartphone. As tabelas são frequentemente maiores do que um tablet PC.

Se nós pudessemos apropriar-nos destas superfícies de forma ad hoc a pedido poderíamos usar todos os benefícios da mobilidade e simultaneamente expandir a capacidade interativa. No entanto, transformar superfícies de todos os dias em plataformas interactivas requer hardware sofisticado. Além disso, para serem verdadeiramente móveis, os sistemas tem de caber no bolso ou ser wearable.

 

 

O OmniTouch, é um sistema wearable que permite input multitoque e uma interface gráfica e interativa em superfícies arbitrárias, de todos os dias. A implementação soulder-worn usada permite aos utilizadores manipular interfaces projetadas sobre o ambiente (por exemplo, paredes, tabelas), objetos seguros pelo utilizador (por exemplo, blocos, livros) e ou partes do seu próprio corpo (por exemplo, mãos, braços ou o colo). Um contributo essencial é o template orientado à profundidade que permitem uma abordagem de multitoque e de controlo digital. Isso permite capacidades interativas on-the-go, sem calibração, formação ou instrumentação do ambiente ou do utilizador, criando uma interface sempre disponível.

Criatividade: é necessário ACREDITAR!

Todos já sentimos na pele que crescer é por vezes sinónimo de impotência face aos factos de uma idade que requere mais acertividade, mais exigência, mais responsabilidade, mas afinal a resposta para a criatividade, i.e. para fazer algo acontecer,  está precisamente na antítese de tudo isso.

Este vídeo ilustra isso muito bem…

Sonae reforça investimento na Inovação

O FINOV, a grande montra da inovação do grupo Sonae, está de volta ao Porto e demonstra que no maior grupo empresarial português a inovação é encarada como uma forma de combater a crise. Vale a pena ler…